As drogas e o Cérebro

 
 
Nosso cérebro é único e tem um poder infinitamente superior ao que possamos imaginar. É ele que nos dá o poder de pensar, falar, sonhar e etc. Os processos de ação comandados pelo cérebro podem ser modificados e influenciados pelo uso de drogas lícitas e ilícitas. Enumeramos cada droga e cada efeito que ela causa no nosso cérebro. 
Cérebro
 
 

Cocaína

 
 

A cocaína é uma droga altamente aditiva. Os seus efeitos estimulantes e aditivos resultam da alteração do centro de prazer do Cérebro. A tolerância à cocaína aumenta com o tempo. Os consumidores de cocaína necessitam de maior quantidade de droga para obter os mesmos efeitos. O uso regular de cocaína aumenta também o risco de efeitos secundários. Tornas-te mais irritável, agitado e até paranóico.

 
 

Ecstasy

 
 

O ecstasy estimula a libertação de serotonina. Inicialmente produz os efeitos desejados, mas se a quantidade de serotonina no teu cérebro baixar pode produzir danos na memória e causar depressão. Apesar de o ecstasy não ser aditivo, não significa que é uma droga segura. Podemos assumir que, em geral, se alteras o funcionamento químico do teu cérebro, isso terá sempre conseqüências. Efeitos Positivos podem sempre vir acompanhados de outros negativos.

 
 

Maconha

 
 

A maconha tem diferentes efeitos no teu cérebro. Estes efeitos são provocados pelo seu princípio ativo, o THC. O THC imita o neurotransmissor anandamida e,
indiretamente, aumenta a libertação de dopamina, fato que te proporciona sensação de prazer. O risco de adição à cannabis é menor do que o de outras drogas como a cocaína. O THC também se liga a outros pontos do cérebro, o que pode afetar negativamente a tua memória de curto prazo e a tua coordenação. No caso do consumo de cannabis, a destruição de células cerebrais não está provada.

 
 

Heroína

 
 

Os efeitos mais significativos da heroína são o prazer, o alívio da dor e a depressão do ritmo respiratório. A heroína provoca estes efeitos devido à ligação que estabelece com os receptores de opiáceos. As conseqüências podem ser devastadoras. A adição instala-se após um contínuo estímulo do centro de prazer do cérebro. Em casos extremos pode levar o indivíduo a morte devido à depressão do reflexo respiratório

 
 

Álcool

 
 

O álcool potencializa a ação inibidora do neurotransmissor GABA. Este efeito deixa o usuário relaxado e calmo. O álcool inibe a ação exitatória do neurotransmissor glutamato. Este efeito interfere na memória e em outras funções corporais. O álcool também influência outros sistemas neurotransmissores existentes no cérebro. O resultado: sensações agradáveis e de euforia. Mas demasiado álcool pode conduzir a uma parada respiratória. Se o álcool for consumido regularmente, será necessário consumir cada vez mais de forma a obter os efeitos desejados. O teu corpo desenvolve uma tolerância ao álcool. Se para de beber pode sentir o chamado síndrome de abstinência. Consumir regularmente grandes quantidades de álcool pode conduzir a uma depressão ou mesmo à demência (loucura).

 
   
 
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